Onde estava tudo isso antes de você? A alegria, a força de viver, o toque singelo de carinho, a declaração amorosa inocente... que recebemos todos os dias de você?
sábado, fevereiro 23, 2008
Alessandro
Onde estava tudo isso antes de você? A alegria, a força de viver, o toque singelo de carinho, a declaração amorosa inocente... que recebemos todos os dias de você?
sábado, dezembro 15, 2007
Das regras inversas do amor: no 8
Pérolas

Pérolas são o produto da dor, o resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.
A parte interna da concha de uma ostra é feita de uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola é formada.
Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.
Você já se sentiu ferido por dentro? Então produza uma pérola! Cubra as mágoas e as rejeições com camadas e camadas de amor próprio. Produza, com a parte mais brilhante de si mesmo, algo tão bonito como uma pérola e devolva ao mundo beleza ao invés de dor e de ressentimento!
(autor desconhecido)
segunda-feira, dezembro 10, 2007
Das regras inversas do amor: no 7
Oração da mãe à sua filha
Querida filha,
obrigada por ter vindo até mim, porque através de você pude conhecer o milagre da vida, a força criativa do que é sublime e divino. Mas, sobretudo, obrigada, filha, por ter mostrado a mim, coisas que eu não conhecía de mim mesma. Estranhamente é você quem me educa, quem me ensina a viver. Perdoe-me minha prepotência de adulto, que pensa que sabe e pode tudo. Quanto sofrimento ela me tem causado! Tanto quanto o meu amor exagerado. Perdoe-me, filha, por vezes a minha falta de paciência, a minha incompreensão, a minha raiva. Porque se grito, se dou bronca, se ponho de castigo, ou ainda, se chego mesmo inconfessavelmente a arrepender-me de tê-la tido, se, esgotada, tenho vontade de fugir, - entende, filha -, é porque não posso suportar o peso das minhas próprias frustrações ao ver que fracasso em dar a você tudo o que o meu amor desmedido deseja que você tenha. Tão insuportável é para mim sentir que não posso evitar que você sofra as mínimas aflições que quisera protegê-la de tudo, até mesmo da vida, para que você pudesse estar sempre como antes, reclusa à escuridão do útero, quando experimentava apenas os atos do meu corpo e da minha imaginação. Você é o fruto do desejo e o desejo não aceita limites nem quer viver à luz da realidade. Por isso, filha, perdoe-me simplesmente por ter desejado tanto e por depositar em você tanto amor. Um amor que lhe quer tanto bem que por isso deposita em você mil e uma expectativas, de que tenha só o que é de melhor e maior. Mas sem nem saber se você quer tudo isso, sofro só de pensar em cada pequeno fracasso seu. Mas, entenda, não é que a queira sempre vencedora, como um troféu que usasse para exibir-me. Não, filha, é que sou demasiado fraca e não suporto o peso das minhas frustrações ao me ver impotente para fazer existir tudo o que meu amor infinito gostaria. Perdoe-me, filha, as minhas fraquezas - assim como tenho perdoado as de meus pais. Perdoe-me por ser tão egoísta em querê-la só para mim, em querê-la sem fracassos e sem sofrimentos só para que eu mesma não me sinta impotente e pequenina. É que, ao lhe dar a vida, tive a ilusão de que era quase como um deus. Perdoe-me minha prepotência e as minhas inúmeras limitações.
Que Deus a proteja,
de mim, dos outros, das armadilhas do destino,
e que dê a você forças para superar também as suas fraquezas e limitações,
Amém.
OBS: escrito quando a Clarissa, minha primeira filha, era ainda uma bebé.
sábado, novembro 24, 2007
Das regras inversas do amor: no 6
Palavras do mestre Osho:

Transmutação
A Meditação do Coração de Atisha
A dor é natural. Precisa ser entendida, aceita. É claro que, naturalmente, temos medo da dor e tentamos evitá-la. Por isso, muitas pessoas evitam o coração e se fixam na mente, vivem na mente.
O coração lhes traz dor, é verdade, mas apenas porque ele também pode trazer prazer - e é por isso que traz dor. A dor é a forma pela qual o prazer chega, e é através da agonia que o êxtase entra. Se a pessoa estiver atenta a isso, ela aceita a dor como uma bênção. Então a qualidade de sua dor começa a mudar, imediatamente. Você não mais se opõe a ela, e porque não se coloca mais em oposição, já não é mais dor: torna-se um amigo. É um fogo que irá purificá-lo. É uma transmutação, um processo, no qual o velho partirá e o novo chegará, no qual a mente desaparecerá e o coração funcionará em sua plenitude. Então a vida se torna uma bênção.
Tente o seguinte método de Atisha e preste atenção, pois esse é um dos grandes métodos para a meditação.
Quando inspirar, pense que está inspirando todas as misérias de todas as pessoas do mundo. Toda a escuridão, toda a negatividade, todo o inferno que existe em toda parte, você está colocando tudo isso para dentro. E deixe que seja absorvido em seu coração.
Você pode ter lido ou ouvido falar sobre pessoas que propagam o ‘pensamento positivo’ no Ocidente. Dizem justamente o oposto, mas não sabem o que estão dizendo. Eles dizem: “Quando você expirar, coloque para fora toda sua miséria e negatividade. Ao inspirar, inspire a felicidade, a positividade, a alegria.” O método de Atisha é o oposto: quando você inspirar, inspire toda a miséria e sofrimento do mundo – passados, presentes e futuros. E, quando inspirar deixe sair toda a alegria, todas as bênçãos que tiver.
Expire, derrame-se na existência. Esse é o método da compaixão: beba o sofrimento e derrame todas as bênçãos. Você ficará surpreso ao fazer isso. No momento em que aceitar os sofrimentos do mundo dentro de si, não serão mais sofrimentos. O coração transforma a energia imediatamente. O coração é uma força de transformação: beba miséria, ela será transformada em contentamento... depois devolva isso. Uma vez que você aprendeu que seu coração pode fazer essa mágica, esse milagre, você será capaz de fazê-lo sempre.
Tente. É um dos métodos mais práticos: é simples e traz resultados imediatos. Faça isso hoje e veja. Essa é uma das abordagens de Buda e de todos seus discípulos. Atisha é um de seus discípulos e segue a mesma tradição, a mesma linha.
Tente este belo método de compaixão: absorva toda a miséria e coloque para fora toda a alegria.
(Osho, Tarot da transformação)
OBS: Atisha (982 d.C. 1.054 d.C.) foi um eminente mestre budista e reintrodutor do budismo no Tibet, no século XI.sábado, novembro 10, 2007
Um poema
Uma linda voz e exímios violonista e pianista reunidos em grande sensibilidade para interpretar o poema "Testamento", de Manuel Bandeira.
Acesse para ouvir a gravação de Olívia Hime:
http://cristinemattos.googlepages.com/Bandeira-Hime
Tudo isso misturado à minha vida e à voz do meu coração, faz com que quase sempre deixe escapar uma lagriminha ao ouvir essa gravação (não consigo evitar...)
Abaixo o poema:
Manuel Bandeira
O que não tenho e desejo
É que melhor me enriquece.
Tive uns dinheiros — perdi-os...
Tive amores — esqueci-os.
Mas no maior desespero
Rezei: ganhei essa prece.
Vi terras da minha terra.
Por outras terras andei.
Mas o que ficou marcado
No meu olhar fatigado,
Foram terras que inventei.
Gosto muito de crianças:
Não tive um filho de meu.
Um filho!... Não foi de jeito...
Mas trago dentro do peito
Meu filho que não nasceu.
Criou-me, desde eu menino
Para arquiteto meu pai.
Foi-se-me um dia a saúde...
Fiz-me arquiteto? Não pude!
Sou poeta menor, perdoai!
Não faço versos de guerra.
Não faço porque não sei.
Mas num torpedo-suicida
Darei de bom grado a vida
Na luta em que não lutei!
(29 de janeiro de 1943)
segunda-feira, novembro 05, 2007
Mergulho
no vácuo
e pairo no nada.
Sem faca
e sem cão
eu desbravo
a mais densa mata.
Sem navio
atravesso
todo o mar.
E onde chego?
Ao fundo de tudo
princípio da poesia
início do sonho
quando ainda
em nada me fiz.
Quando a suspensão domina...
Aí onde só o Amor
é sempre e sempre e sempre
seguir
é com e com e com
seguir
quarta-feira, outubro 24, 2007
Das regras inversas do amor: no 5
Abaixo o trecho do romance de onde se extraiu a citação:
"Although I know very little of the Steppenwolf's life, nevertheless, I have good reason to suppose that he was brought up by devoted but severe and very pious parents and teachers in accordance with that doctrine that makes the breaking of the will the corner-stone of education and up-bringing. But in this case the attempt to destroy the personality and to break the will did not succeed. He was much too strong and hardy, too proud and spirited. Instead of destroying his personality they succeeded only in teaching him to hate himself. It was against himself that, innocent and noble as he was, he directed during his entire life the whole wealth of his fancy, the whole of his thought; and in so far as he let loose upon himself every barbed criticism, every anger and hate he could command, he was, in spite of all, a real Christian and a real martyr. As for others and the world around him he never ceased in his heroic and earnest endeavor to love them, to be just to them, to do them no harm, for the love of his neighbor was as strongly forced upon him as the hatred of himself, and so his whole life was an example that love of one's neighbor is not possible without love of oneself, and that self-hate is really the same thing as sheer egoism, and in the long run breeds the same cruel isolation and despair."
segunda-feira, outubro 15, 2007
Dia do professor!!
Oração do professor
Dai-me esta graça que vem do amor.
Mas, antes do ensinar, Senhor,
Dai-me o dom de aprender.
Aprender a ensinar
Aprender o amor de ensinar.
Que o meu ensinar seja simples,
humano e alegre, como o amor.
De aprender sempre.
Que eu persevere mais no aprender do que no ensinar.
Que minha sabedoria ilumine e não apenas brilhe
Que o meu saber não domine ninguém, mas leve à verdade.
Que meus conhecimentos não produzam orgulho,
Mas cresçam e se abasteçam da humildade.
Que minhas palavras não firam e nem sejam dissimuladas,
Mas animem as faces de quem procura a luz.
Que a minha voz nunca assuste,
Mas seja a pregação da esperança.
Que eu aprenda que quem não me entende
Precisa ainda mais de mim,
E que nunca lhe destine a presunção de ser melhor.
Dai-me, Senhor, também a sabedoria do desaprender,
Para que eu possa trazer o novo, a esperança,
E não ser um perpetuador das desilusões.
Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprender
Deixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do amor.
domingo, setembro 30, 2007
Auto-libertação
Quando é que o cativeiro
Acabará em mim,
E, próprio dianteiro,
Avançarei enfim?
Quando é que me desato
Dos laços que me dei?
Quando serei um facto?
Quando é que me serei?
Quando, ao virar da esquina
De qualquer dia meu,
Me acharei alma digna
Da alma que Deus me deu?
Quando é que será quando?
Não sei. E até então
Viverei perguntando:
Perguntarei em vão.
domingo, setembro 23, 2007
Das regras inversas do amor: no 4
- Fernando Pessoa
...E assim vêdes, meu Irmão, que as verdades
que vos foram dadas no Grau de Neófito, e
aquelas que vos foram dadas no Grau de Adepto
Menor, são, ainda que opostas, a mesma verdade.
(Do Ritual Do Grau De Mestre Do Átrio
Na Ordem Templária De Portugal)
Eros e Psiquê, de Antonio Canova - Louvre
Conta a lenda que dormia
Uma Princesa encantada
A quem só despertaria
Um Infante, que viria
De além do muro da estrada.
Ele tinha que, tentado,
Vencer o mal e o bem,
Antes que, já libertado,
Deixasse o caminho errado
Por o que à Princesa vem.
A Princesa Adormecida,
Se espera, dormindo espera,
Sonha em morte a sua vida,
E orna-lhe a fronte esquecida,
Verde, uma grinalda de hera.
Longe o Infante, esforçado,
Sem saber que intuito tem,
Rompe o caminho fadado,
Ele dela é ignorado,
Ela para ele é ninguém.
Mas cada um cumpre o Destino
Ela dormindo encantada,
Ele buscando-a sem tino
Pelo processo divino
Que faz existir a estrada.
E, se bem que seja obscuro
Tudo pela estrada fora,
E falso, ele vem seguro,
E vencendo estrada e muro,
Chega onde em sono ela mora,
E, inda tonto do que houvera,
À cabeça, em maresia,
Ergue a mão, e encontra hera,
E vê que ele mesmo era
A Princesa que dormia.
O barco pára, largo os remos
E, um a outro, as mãos nos damos.
A quem dou as mãos?
À Outra.
Teus beijos são de mel de boca,
São os que sempre pensei dar,
E agora e minha boca toca
A boca que eu sonhei beijar.
De quem é a boca?
Da Outra.
Os remos já caíram na água,
O barco faz o que a água quer.
Meus braços vingam minha mágoa
No abraço que enfim podem ter.
Quem abraço?
A Outra.
Bem sei, és bela, és quem desejei...
Não deixe a vida que eu deseje
Mais que o que pode ser teu beijo
E poder ser eu que te beije.
Beijo, e em quem penso?
Na Outra.
Os remos vão perdidos já,
O barco vai não sei para onde.
Que fresco o teu sorriso está,
Ah, meu amor, e o que ele esconde!
Que é do sorriso
Da Outra?
Ah, talvez, mortos ambos nós,
Num outro rio sem lugar
Em outro barco outra vez sós
Possamos nós recomeçar
Que talvez sejas
A Outra.
Mas não, nem onde essa paisagem
É sob eterna luz eterna
Te acharei mais que alguém na viagem
Que amei com ansiedade terna
Por ser parecida
Com a Outra.
Dá-me as mãos, a boca, o ter ser.
Façamos desta hora um resumo
Do que não poderemos ter.
Nesta hora, a única,
Sê a Outra.
Fernando Pessoa
domingo, agosto 19, 2007
Na campina, em flor
sexta-feira, julho 27, 2007
PARA AS MINHAS AMIGAS-IRMÃS
Simpatia
(do grego "sentir com")
Há dias em que o mundo faz tanta solidão, e o ar destila prantos inaudíveis, lágrimas invisíveis, de uma alma perdida em outra dimensão. Que língua é essa em que me fala o coração? Que tradutor me dará a imagem desta aflição fantasmal? Uma amiga. Levando pela mão a criança desta angústia sem rosto, lhe fará sentar à sombra para contar-lhe histórias, descrevendo com sua boca e seu viver as paisagens de rios incógnitos de um ser: episódios emocionantes e suas cores comoventes, seus contornos dissimulados, sua música de súbito finale triste que fica pairando no ar. E ao terminar o conto, soltando-lhe a mão, a criança de mim reconhece o entorno de mim mesma e sinto da amiga a mão recolher-me as águas à foz e fazê-las precipitar sonoramente pelo rosto, encher de notas o silêncio. Formam-se lagos e nos vemos, e velamos essa dor. Nossas imagens escoam pouco a pouco para debaixo da terra, onde nos confundimos na escuridão. Buscamos luz e saídas, e nos vemos de pronto verdes à superfície, a idear as alturas da alegria feliz da compaixão, e florescer e cantar e ter sempre a tua mão, porque existir sozinha é sem paixão, e eu não sei nem chorar.
terça-feira, julho 24, 2007
DEFICIÊNCIAS, de Mario Quintana
"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.
"A amizade" é um amor que nunca morre.
sexta-feira, julho 20, 2007
AMIZADE
quinta-feira, julho 19, 2007
segunda-feira, julho 16, 2007
¡¡AMAR: aventura de vivir!!
soñar muy alto y cantar
el ideal que me frustra
pero que vivo a desear
Sensualidad y seducción
juego infantil e inocente
amor sincero en el corazón
todo en mí vivo y presente
que quema mis versos sin pena
que crea mundos y esferas
perfectas de vida plena.
Sale un sueño y entra otro
sale el sol y viene la aurora
mientras desangra el corazón roto
¡mi alma el tiempo devora!
O Beijo do Hotel de Ville, Robert Doisneau (1950)
quinta-feira, julho 05, 2007
Das regras inversas do amor: no 3
Perdido na selva (Osho)

Ouvi contar de um caçador que se perdeu na selva. Por três dias ele não conseguiu encontrar ninguém para perguntar pelo caminho de volta, e ele estava ficando cada vez mais assustado, entrando em pânico - três dias sem comer e com um medo constante de animais selvagens. Por três dias ele não foi capaz de dormir; ele ficava sentado acordado em alguma árvore, com receio de ser atacado. Havia cobras, leões, e outros animais selvagens. No quarto dia de manhã cedo, ele viu um homem sentado debaixo de uma árvore. Você pode imaginar sua alegria. Ele correu, abraçou o homem, e disse: "Que alegria!" e o outro homem também o abraçou, e ambos estavam imensamente felizes. Depois eles perguntaram um ao outro, "Por que você está tão contente?"O primeiro disse, "Eu estava perdido e esperava encontrar alguém." E o outro disse: "Eu também estou perdido e esperava encontrar alguém. Mas se ambos estamos perdidos então nossa felicidade é pura tolice. Agora estamos perdidos juntos!"
terça-feira, julho 03, 2007
Confiar no que sentimos e no que acreditamos

Não desperdice a sua vida com aquilo que lhe vai ser tirado. Confie na vida. Se você confiar, só então, será capaz de abandonar o seu conhecimento, só então, poderá colocar de lado a sua mente. E com a confiança, algo imenso tem início. Esta vida deixa de ser uma vida comum, torna-se plena de Deus, transbordante. Quando o coração se torna inocente e espontâneo as paredes desaparecem, você fica ligado ao infinito. E você não terá sido enganado; não existirá nada que lhe possa ser tomado. Aquilo que pode ser tirado de você, não vale a pena guardar; e aquilo que não há como ser tirado de você, por que haveria alguém de ter medo que lhe seja tirado? -- não pode ser levado, não há possibilidade. O que se vai, na verdade, nunca foi seu. Você não pode perder o seu tesouro verdadeiro.
segunda-feira, julho 02, 2007
Conclusão
sábado, junho 23, 2007
Aprendendo a viver sem ansiedade...

O passado já se foi e o futuro ainda não chegou: ambos estão se movimentando desnecessariamente em direções que não existem. Um existia, mas não existe mais, e o outro nem sequer começou a existir ainda. A pessoa equilibrada é a que vive momento a momento, cuja atenção está voltada para o momento presente, que sempre está aqui e agora. Onde quer que ela se encontre, toda a sua consciência, todo o seu ser está envolvido na realidade do aqui e na realidade do agora. Essa é a única direção certa. Só um homem assim está habilitado a adentrar o portal dourado. O momento presente é o portal dourado. O aqui-agora é o portal dourado. ... E você só consegue estar no momento presente se não for ambicioso -- nenhuma meta a realizar, nenhuma pretensão de poder, de dinheiro, de prestígio, ou mesmo de iluminação, porque toda ambição coloca você no futuro. Apenas um homem não ambicioso é capaz de permanecer no momento presente. Um homem que queira estar no momento presente não tem que pensar; precisa apenas ver e adentrar o portal. A experiência virá, mas não precisa ser premeditada.
(Carta do Tarot Osho Zen, tirada no site: http://www.osho.com/Main.cfm?Area=Magazine&Sub1Menu=Tarot&Sub2Menu=OshoZenTarot&Language=Portuguese)











